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Escrito por Bruno Valle às 09h57
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Escrito por Bruno Valle às 09h54
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DESISTI DE ESCREVER SOBRE O FUTEBOL, CANSEI DE FAZER PAPEL DE BOBO. AGRADEÇO AOS QUE PRESTIGIARAM O BLOG DURANTE ESSES 2 ANOS E MEIO. DEIXAREI O PROTESTO FEITO POR MILTON NEVES, AÍ ABAIXO. ABRAÇOS
Escrito por Bruno Valle às 23h48
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13/11/2010 - 20:35 
Escrito por Bruno Valle às 23h44
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Escrito por Bruno Valle às 23h28
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DO BLOG DO JUCA Entrevistei ontem o técnico Tite para meu programa na ESPN, sábado no ar, às 21h. E durante a entrevista ele contou que certa vez estranhou o comportamento apático do time que dirigia, embora vencesse o jogo no primeiro tempo por 1 a 0. No intervalo, ao tentar sacudir a equipe, em altos brados, notou que os olhos de seus comandados não reagiam à bronca. Foi então que o capitão do time se aproximou dele e disse, não com essas palavras, mas com este sentido: “Professor, os adversários já nos disseram que não querem ganhar o jogo para não ajudar o rival deles. E que ou perdem ou não recebem o salário do mês”. O time de Tite ainda fez o segundo e o terceiro gols, sem que ele conseguisse vibrar com nenhum deles. O atual técnico do Corinthians diz que nem sob tortura dirá quando foi isso e quais os times envolvidos. Mas sua revelação mostra que certas armações não são fruto nem da imaginação nem de teorias da conspiração. E Tite disse, também, que se reencontrasse com Kia Joorabchian (com quem se desentendeu no Corinthians, em 2005, e fez com que respeitasse o santuário do vestiário) não o cumprimentaria, no que faz muito bem.
Escrito por Bruno Valle às 10h12
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«Garrincha é um verdadeiro assombro. Não pode ser produto de nenhuma escola de futebol. Nunca vi um jogador igual» Gavril Katchalin, técnico soviético em 62. «Eu fazia o lançamento e tinha vontade de rir. O Mané ia passando e deixando os homens de bunda no chão. Em fila, disciplinadamente» Didi, sobre o Mundial de 1958. «Para Mané Garrincha, o espaço de um pequeno guardanapo era um enorme latifúndio» Armando Nogueira, jornalista e escritor. «Ele deu-me um baile. Pedi que o contratassem e o pusessem entre os titulares. Eu não queria enfrentá-lo de novo» Nílton Santos, internacional brasileiro sobre os testes de Garrincha no Botafogo «Estávamos em pânico, quando pensávamos no que Garrincha podia fazer. Não existia marcador no mundo capaz de neutralizá-lo» Nils Liedholm, médio da Suécia em 1958. «Um Garrincha transcende todos os padrões de julgamento. Estou certo de que o próprio Juízo Final há de sentir-se incompetente para opinar sobre o nosso Mané» Nelson Rodrigues, escritor «Eu digo: não há no Brasil, não há no mundo ninguém tão terno, ninguém tão passarinho como o Mané.» Nelson Rodrigues, escritor «O Garrincha foi driblando um, driblando outro e consta inclusive que, na sua penetração fantástica, driblou até as barbas de Rasputin» Nelson Rodrigues, escritor, sobre o Brasil-URSS de 1958 «A um passe de Didi, Garrincha avança/Colado o couro aos pés, o olhar atento/Dribla um, dribla dois, depois descansa/Como a medir o lance do momento./Vem-lhe o pressentimento; ele se lança/Mais rápido que o próprio pensamento» Início do poema de Vinícius de Moraes, «O Anjo das Pernas Tortas» «Garrincha foi a maior figura do jogo, a maior figura da Copa do Mundo e, vamos admitir a verdade última e exasperada: a maior figura do futebol brasileiro desde Pedro Álvares Cabral» Nélson Rodrigues, escritor, depois do Brasil-Chile do Mundial de 1962
Escrito por Bruno Valle às 10h05
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Escrito por Bruno Valle às 16h37
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Clássico holandês: 
Escrito por Bruno Valle às 14h59
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http://www.copa2014.org.br/noticias/5566/RESIDUOS+DAS+OBRAS+DO+ESTADIO+MINEIRAO+SAO+REAPROVEITADOS.html Resíduos das obras do estádio Mineirão são reaproveitadosAs obras do projeto de modernização do Mineirão estão em sua segunda fase, que prevê a demolição de estruturas e o rebaixamento do campo de jogo. Os resíduos resultantes das intervenções estão sendo reaproveitados, em acordo com o conceito de estádio verde.
O foco das intervenções, que ocorrem até o final deste ano, está na demolição de estruturas e na remoção de terra. A previsão é de que a demolição da geral e de parte da arquibancada inferior gere, aproximadamente, 3,8 mil metros cúbicos de concreto e 1,4 mil de alvenaria. Já o rebaixamento do campo de jogo, 90% concluído, implicará a retirada de 68,8 mil metros cúbicos de terra. Ao todo, estima-se que serão utilizados 5.700 caminhões para a retirada de todo o entulho gerado durante as obras.
Mas o que era para ser um problema ambiental, no Mineirão tornou-se uma solução. Noventa dias após o início das obras da segunda fase, os resíduos gerados nas primeiras demolições (concreto armado, alvenaria, blocos e argamassa), depois de preparados, estão sendo usados na construção de rampas de acesso ao interior do estádio para as máquinas. Os resíduos da demolição integral da geral e de parte da arquibancada inferior (já 100% concluída) estão sendo encaminhados para a Usina de Reciclagem da Prefeitura de Belo Horizonte, localizada no Km 531 da BR 040, distante aproximadamente 14 quilômetros do Mineirão.
No canteiro de obras do Estádio, uma máquina (britador) tritura o material demolido e separa objetos metálicos (pregos e parafusos) dos não-metálicos. A separação, por tipo de material e por tamanho, é que permite a reciclagem. O concreto, livre das chamadas impurezas e reciclado, poderá ser usado na construção de passeios, calçamento de ruas ou utilizado como base para a aplicação do asfalto. Os resíduos metálicos são encaminhados para uma segunda recicladora específica.
Já a terra extraída no processo de escavação para o rebaixamento do campo está sendo utilizada em uma obra de Requalificação Urbana e Ambiental do Ribeirão Arrudas, executada pelo Departamento de Obras Públicas do Estado de Minas Gerais (Deop/MG). Ela é empregada em um aterramento, onde ocorre a pavimentação de uma via urbana que dará continuidade à avenida Teresa Cristina, entre os municípios de Belo Horizonte e Contagem.
Os dois exemplos mostram que um novo Mineirão começa a surgir antes mesmo de ficar pronto para a Copa das Confederações (2013) e a Copa do Mundo (2014). Além de responsável na perspectiva econômica e financeira - a terceira e última fase das obras será bancada por meio de uma parceria público-privada, dividindo os custos e riscos entre o Governo do Estado e a concessionária -, a modernização do estádio busca alternativas para assegurar a utilização racional de recursos. Esta preocupação está presente em todas as fases do projeto, das obras civis até a operação.
Água da chuva, energia e arquitetura O projeto de modernização do Mineirão prevê a implantação, durante a operação do estádio, de sistema de captação de água de chuva, com capacidade de armazenamento de 6.270.000 litros. Esse volume é suficiente, por exemplo, para suprir a antiga necessidade de consumo de água mensal do estádio (o consumo médio era de 4.400.000 litros ao mês, considerando-se sete jogos no período, o funcionamento administrativo e o atendimento a visitantes).
Outro bom exemplo é a produção de energia por meio de células fotovoltaicas. Essas células são dispositivos capazes de transformar a energia luminosa em energia elétrica. Estudo desenvolvido pela Cemig aponta para a possibilidade de instalar no Mineirão um sistema com a capacidade de gerar, aproximadamente, 1 megawatt - energia equivalente à alimentação de 700 residências de médio porte.
Outro aspecto positivo é que os projetos de arquitetura e complementares foram desenvolvidos atendendo aos preceitos de sustentabilidade ambiental, conforme orientações e requisitos da Certificação LEED, concedida a empreendimentos que apresentam alto desempenho ambiental e energético. As principais premissas adotadas foram: conectividade de transporte público do entorno com a cidade; priorização de áreas livres de construção; controle na quantidade de escoamento superficial da água de chuva; uso racional de água com economia de até 40% de água potável; economia de água potável para irrigação; adoção de estratégias para otimização da eficiência energética do empreendimento; e otimização do depósito de resíduos sólidos (separação de lixo reciclado).
Obras O andamento das obras do Mineirão está totalmente em dia com o cronograma firmado entre Governo de Minas e Fifa. A primeira etapa, já concluída, fez a correção de anomalias estruturais das vigas de sustentação do estádio. Na terceira e última etapa, programada para ser iniciada em dezembro deste ano, será feita toda a adequação final do Mineirão aos padrões exigidos pela Fifa, garantindo mais segurança, visibilidade e conforto ao torcedor, além de melhores condições de trabalho para os profissionais que atuam no estádio em eventos esportivos e não-esportivos. Durante a terceira etapa, será feita a cobertura adicional das arquibancadas e a esplanada no entorno do estádio, onde funcionarão o estacionamento coberto e área de serviço, com a abertura de lojas e restaurantes. Nessa fase, será construída a passarela ligando o Mineirão ao Mineirinho, arena que será usada como centro de apoio às atividades da Copa.
As obras da terceira etapa deverão ser financiadas pela iniciativa privada. A abertura dos envelopes com as propostas para participação do edital de concessão administrativa do Estádio Governador Magalhães Pinto aconteceu em agosto, e a expectativa é de que o resultado final do processo de licitação seja conhecido ainda neste mês.
Escrito por Bruno Valle às 16h59
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http://www.copa2014.org.br/noticias/5590/MINEIRAO+E+VERDAO+SERAO+CENTROS+DE+ENERGIA+SOLAR.htmlMineirão e Verdão serão centros de energia solar Estádios já têm estudos desenvolvidos em parceria com concessionárias locais
Ensolarado o ano todo, o Brasil ainda não utiliza bem o que poderia uma fonte de energia limpa e renovável como a produzida a partir de painéis fotovoltaicos. Agora, dois estádios da Copa de 2014, o Mineirão (Belo Horizonte) e o Verdão (Cuiabá), estão prestes a instalar em suas estruturas sistemas para aproveitamento da energia solar. A proposta é que as concessionárias de energia locais possam armazenar e comercializar esta energia, atendendo a clientes particulares da área empresarial. Mineirão Em Belo Horizonte, os estudos para uso da energia fotovoltaica já vinham sendo desenvolvidos pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) antes mesmo que o Mineirão tivesse sido escolhido para sediar os jogos da Copa, conta o engenheiro Alexandre Heringer Lisboa, gestor de projetos de energia renovável da concessionária.
O exemplo veio da Alemanha e Suíça, lembra Lisboa, países que em 1998, durante a Eurocopa, souberam inovar ao construirem painéis de energia solar nos estádios onde seriam realizados os jogos do campeonato. Este fato estimulou o técnico a levar a proposta para a sua equipe na Cemig. "Coloquei a seguinte questão: se a Alemanha, onde o sol na maior parte do ano é 40% mais fraco do que nos dias menos ensolarados no Brasil, consegue rentabilidade com esse sistema, então, por que nós, que dispomos de tanta luz, não deveríamos tentar também?".
A ideia foi abraçada pela Companhia. Agora, os estudos estão quase finalizados, avisa Lisboa. "Falta apenas terminar o layout do projeto, com definições do tipo: qual o potencial a ser gerado pelo sistema, qual o melhor material para a fixação dos paineis, quantos paineis serão instalados?". O layout deve ser concluído até o final do mês, diz ele, explicando que resta concluir o projeto básico e lançar o edital de licitação da obra, provavelmente até março do ano que vem. Em dois ou três meses é possível fazer a montagem dos painéis, explica. Se for assim, a previsão é que o sistema passaria a funcionar em dezembro de 2012.
O projeto mineiro tem suporte tecnológico da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e financiamento - de 10 mil Euros - do Banco de Fomento do Governo Alemão (KfW). Outros parceiros são os escritórios Gustavo Penna Arquitetos Associados e a GMP, autores da nova arquitetura do estádio, que também coordenam a implantação da tecnologia, e a Agência de Cooperação Técnica Alemã (GTZ). O arquiteto Ricardo Gomes Lopes, do escritório Gustavo Penna, explica que, "se o sistema fotovoltaico for realmente aprovado e implantado, o projeto do Mineirão receberá uns trinta pontos na certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), passando à categoria Gold", já comemora.
Arena Cuiabá No caso do novo Verdão - ou Arena Cuiabá, projetada pela GCP Arquitetos -, o processo é mais recente. Participam do projeto a GCP Arquitetos ao lado da Agecopa, Instituto Ideal - Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas da América Latina (organização sem fins lucrativos, com sede em Florianópolis) e, tal como no projeto do Mineirão, Agência de Cooperação Técnica Alemã (GTZ) e Universidade Federal de Santa Catarina.
Tudo começou em junho deste ano, quando a arquiteta Alessandra Araújo esteve na Alemanha, a convite da GTZ e do Instituto Ideal. O objetivo era conhecer as novas tecnologias e instalações de painéis de energia solar nos estádios daquele país. A partir daí, a GCP se incumbiu de adaptar o projeto do Verdão para permitir a instalação das placas solares. "Neste momento, estamos em negociação com a Agecopa e o Instituto Ideal para definirmos a melhor forma de viabilizar a energia solar para a Arena Cuiabá", informa.
A proposta é que a energia gerada seja vendida no mercado livre pela concessionária e sirva para a iluminação do Parque do Cocó, onde fica o estádio. Mas o projeto ainda dá seus passos iniciais, e mesmo os estudos de viabilidade financeira ainda não estão concluídos. Falta o desenvolvimento maior do projeto e a aprovação da solução, esclarece Alessandra Araújo.
O que os arquitetos da GCP estudam neste momento são questões como qual a localização melhor para a colocação dos painéis. "Planejamos ocupar o fechamento lateral do estádio, na face norte, estendendo os painéis para as laterais de face oeste e leste. Outra possibilidade, a ser estudada, é na parte translúcida da cobertura das arquibancadas", explica a arquiteta.
Estádio solar O sistema de painéis fotovoltaicos compreende a aplicação de filmes muito finos e leves, que são colados sobre a cobertura de concreto do Mineirão, revestindo esta estrutura. "Funciona como um tapete sutilmente colado na laje de concreto", descreve o arquiteto Ricardo Lopes. Estuda-se ainda se esta membrana (que vem em rolos de 60 cm) poderá ou não ser aplicada também sobre outra cobertura, de policarbonato, que foi projetada para o estádio, sem que gere interferências visuais, esteticamente significativas no projeto tombado do estádio.
Basicamente, funciona assim: os raios solares, incidindo sobre os painéis de células fotovoltaicas, reagem em contato com o silício (metal semicondutor constitutivos das células), provocando uma corrente elétrica, que é capturada e conduzida à Cemig, diretamente, para armazenamento e distribuição à rede. Considerando que o sistema seja utilizado apenas na laje de concreto, nesse caso haveria um rendimento do sistema de 500 kWh. Caso seja autorizada a aplicação das placas fotovoltaicas sobre o policarbonato, então esta potência deve subir para 1 mWh, afirma o executivo da Cemig.
Com este projeto, o Mineirão pode vir a ser o primeiro estádio a funcionar como centro gerador de energia elétrica no país. A Cemig quer comercializar esta energia solar, não para toda a rede, mas para "clientes livres", empresas com alto consumo energético, explica Lisboa. "Para estes setores, optar por uma energia limpa, não poluente, e renovável como esta, pode ser muito interessante institucionalmente", resume. O Mineirão não fará uso desta energia, já que o consumo em dias de jogos apenas não justificaria, mas terá como contrapartida o abatimento, na conta de luz do estádio, do total que for gerado pelo sistema fotovoltaico.
Escrito por Bruno Valle às 09h42
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Escrito por Bruno Valle às 17h48
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Escrito por Bruno Valle às 11h57
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"Grenal" da Copa 2014: novo estádio gremista pode substituir o Beira-Riopor Mauro Cezar Pereira, blogueiro do ESPN.com.br A Fifa e o Comitê Organizador da Copa do Mundo de 2014 apertaram repetina e surpreendentemente o Internacional. Voltaram a fazer exigências que pareciam superadas e um impasse está criado — clique aqui e leia post anterior sobre o tema.
Fato: o clube colorado corre o risco de perder o direito de sediar partidas do Mundial. Em meio a tudo isso, um Grenal pode estar apenas começando nos bastidores. Os indícios:
1) Carlos de La Corte, consultor de estádios do Comitê Organizador Local, acertou com o Grêmio para também ser o consultor da futura Arena tricolor.
2) A Fifa quer uma empreiteira tocando a obra, o que, estima-se, encareceria o projeto em cerca de R$ 100 milhões. O Grêmio vai levantar seu novo estádio por meio da construtora OAS.
3) Um banco integrando o consórcio da reforma do estádio é outra exigência da Fifa. O projeto gremista deverá ter um financiamento que a construtora ainda não anunciou. "Mas se por acaso não sair, a OAS vai bancar a construção com recursos próprios, isso está em contrato", disse ao blog o presidente do Grêmio, Duda Kroeff.
4) O estádio fica, como o próprio nome deixa claro, à beira de um rio, e sob ele há um pântano, ou seja, rebaixar o gramado é algo inviável. Claro que a nova arena tricolor não terá tal problema.
5) Para acatar todas determinações da Fifa e do Comitê Organizador, o Internacional teria que interditar o Beira Rio por mais tempo, pelo menos mais seis meses, derrubando as receitas do clube, que teria de jogar fora de Porto Alegre. Um problema que o Grêmio não tem, pois seguirá utilizando o Olímpico até que o futuro estádio esteja em condições.
E tem mais. Se o Internacional atender a tudo aquilo que a Fifa agora impõe, estima-se que o custo da obra saltaria de R$ 150 milhões para algo em torno de R$ 500 a R$ 600 milhões. Mas o Inter sabe que os pontos cegos estão em dez áreas do Beira-Rio e podem ser contornados de outra maneira, sem rebaixar o gramado.
O mais absurdo é que a obra ficaria muito mais cara para que mais 1,5 mil lugares sejam criados, isso num estádio para 55 mil pessoas. Isso mesmo, centenas de milhões de reais por causa de 1,5 milpontos cegos! Qual a lógica para tal matemática fifística?
Ao Portal 2014, Eduardo Antonini, secretário Extraordinário da Copa no Rio Grande do Sul, disse que "a prefeitura deu e está dando todo o apoio para que o projeto do Beira-Rio seja confirmado como sede". Mas frisa que se as novas exigências não forem atendidas pelo Inter, a Arena do Grêmio será o plano B — clique aqui e leia.
O Portal 2014 acrescenta que Antonini é o futuro vice-presidente do Grêmio. Além disso, é um dos autores do projeto do novo estádio do clube, que ao custo de R$ 300 milhões a R$ 400 milhões estaria dentro dos padrões da Fifa.
"O estádio escolhido é o Beira-Rio, pois nossa arena ainda não existe, mas ela deverá estar pronta um ano antes da Copa. Mas sinceramente, minha preocupação é que o estádio fique pronto para receber a torcida do Grêmio. Muita gente não concorda comigo, mas eu quero esse estádio para nós o gremistas", afirma o presidente tricolor.
O rebaixamento do gramado será tema de nova reunião na semana que vem. Já as garantias financeiras a Fifa promete esperar até 15 de dezembro. É justamente por volta desta data que Kroeff deixará a presidência do Grêmio para a posse de Paulo Odone, recém-eleito. E a partir daí, também com Antonini e a nova direção, o que acontecerá com esse Grenal fora de campo?
Escrito por Bruno Valle às 12h39
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esse tipo de situação costuma explicar porque o jogador conquistou tanto na carreira: http://www.youtube.com/watch?v=7Ab4UiCYypw
Escrito por Bruno Valle às 17h27
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